quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Esse cara é mesmo um palhaço...da vida!

Existem alguns momentos que o silêncio obriga-nos a falar alto, embora sabendo que ele é inquietante e nos provoca a intermitente vontade de responder a opiniões inúteis, fajutas e sem sentido. Hoje, estou passando por isso, sinceramente é triste, revoltante, mas verdadeiro.

Senhor Berg,

Aprendi nas minhas faculdades mentais e atitudes de HOMEM que moleque é quem vive o tempo todo querendo brincar com a consciência das pessoas e mentindo para quem não conhece a verdade dos fatos. Não sou e nunca fui moleque de recado de qualquer político em Janduís. Jamais me utilizei de cargos ou posição social para tirar proveito próprio para me ou para familiares meus. 

Simplesmente, um jovem de família humilde estudar, lutar por espaços nessa sociedade capitalista e injusta, conquistar com a ajuda de Deus e do povo dois mandatos de vereador em Janduís, ser servidor público efetivo de dois municípios, concursado, sem dever homenagem a políticos é algo que dói na sua alma e de mais alguns perniciosos.

Nunca fui expulso do Ponto de Cultura, eu mesmo pedi para sair. O problema é que muita gente duvida da forma como você gerencia esses recursos, mas se acovarda e não têm coragem de dizer. Quando você diz que minha carreira não tem sucesso, isso é uma conclusão sua. Por que o meu currículo, humildemente falando, já lhe responde. Porém, o seu legado não passa de um mero reprodutor de minutas de projetos de lei, editais e pseudo elaborador de projetos para conseguir dinheiro que ninguém sabe como e onde foi aplicado.

Vive, de prefeitura em prefeitura, com  projetos já (re) elaborados pedindo para ser contratado por algum prefeito. E ainda diz que não corre atrás de emprego! Diz que não faz proselitismo político, contudo foi duramente perseguido dentro do próprio partido, fez "críticas ao gestor passado" (quem sabe se não era para chamar a atenção e comer uma pontinha, como o fez durante alguns meses a frente da Fundação Cultural).

Parabéns a você que consegue ser um palhaço no palco e na vida. Se queres permanecer chamando a atenção de alguém que o faça, sem a minha participação. Retorno ao silêncio que me renova e me faz observar as trapalhadas dos pseudos agentes culturais.  

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